Aluno(a) de Licenciatura que já fez bacharelado deve fazer a monografia novamente?

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Convite para Palestra Bacana

Tema da Palestra:

A retórica binária: Prometeu e Fausto em sons analógicos e digitais
Prof. José Cláudio S. Castanheira

Resumo
Será uma discussão sobre as relações complexas entre a atual cultura digital e o pensamento tecnocientífico contemporâneo, pautado pelo modelo das tecnologias de informação (TIs). Será descrito o modo como esse pensamento foi estuturado a medida que surge um self moderno, internalizado e com uma visão de mundo como construção intelectual. Serão utilizados universos e discursos sobre sons digitais e analógicos como exemplo dos ideários faustíco e prometéico, conceitos propostos pelo sociólogo português Herminio Martins.

6ª-feira, dia 8/10, às 16h20
Local: Sala de aula do P6 de Relações Internacionais.
Campus da UEPB - Rua Walfredo Leal 487, Tambiá.
(Fica na rua da Sonho Doce, e perto da Praça da Independência).

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Divulgando GT das nossas professoras Alícia e Patrícia na Semana de Humanidades UERN


GT 14 - Políticas Públicas & Identidades Tradicionais

Coordenação: Patrícia Lopes Goldfarb (UFPB), Alicia Ferreira Gonçalves (UFPB) e Alcides Fernando Gussi (UFC)
O objetivo do GT Políticas Públicas & Identidades “Tradicionais” é congregar o campo dos pesquisadores que estão realizando pesquisas empíricas e reflexões teóricas nas interfaces entre as políticas públicas e as identidades ditas tradicionais. Neste sentido, reflexões relevantes são: Quais os impactos das políticas em comunidades camponesas? Ribeirinhas? Sociedades indígenas? Ciganos? Quilombolas? Como tais comunidades (re) significam como diria Sahlins (1990) as políticas de geração e transferência de renda, micro-crédito, finanças solidárias, economia solidária, políticas afirmativas dentre outras? Ademais, o GT propõe a problematização da própria categoria: “tradicional”. A relevância da proposta está no fato de nos últimos dez anos ter havido um aumento exponencial das supracitadas políticas que necessitam ser problematizadas a partir da perspectiva acadêmica em sintonia com a visão de mundo dos referidos grupos.

Osresumos deverão conter:

a) Título, nomes do(s) autor(es) e vinculação institucional;

b) Entre 5.000 e 10.000 caracteres, com espaço, aproximadamente duas páginas, três palavras chaves e áreas do conhecimento (cf. tabela do CNPq - http://www.cnpq.br/areasconhecimento/).

- Os resumos deverão ser enviados até o dia 18 de outubro para os e-mails: semanadehumanidades@uern.br e humanidades.fafic@gmail.com.

- Outras informações, consultar http://semanahumanidades.blogspot.com/

Visita do Mec

Atenção Alunos do Curso de Ciências Sociais para a visita do MEC que vai ocorrer entre os dias 7 e 8/10.

sábado, 2 de outubro de 2010

O que é ser antropólogo/a?


Palavras da historiadora Catherine Coquery-Vidrovitch, professora Emérita da Universidade de Paris VII

"[...] plus que jamais s'impose, dans tous les domaines, la necessitéd'équipes interdisciplinaires où chacun apporte son dû au champ commun [...]", donc "nous avons tous, quelle que soit notre discipline, le devoir d'être anthropologue, c'est-à-dire de ne pas nous prende pour le centre du monde, mais de nous intéresser aux hommes en les replaçant chaque fois dans leur contexte, dans leur environnement et dans leur système de compréhension particulier".

Cependant, à bon quoi d'être anthropologue?

"[...] le morcellement de la discipline traduit son inquiétude: qu'est-ce que l'anthropologie historique sinon de l'histoire, l'anthropologie juridique sinon du droit, l'anthropologie politique sinon des sciences politiques (bien comprises du moins). Et quel est le partage, sino fomrel, entre anthropologie et sociologie, dês lors que l'exotisme n'est plus le facteur de différenciation? [...] Et que l'on ne risque pas d'invoquer, au bénéfice de l'anthropologie, la quête 'identitaire': au temps de l'accélération des métisssages culturels en tout genre qui fondent la compréhension du monde et de soi-même par l'enrichissement multiple et changeant des recontres, des échanges et des syncrétismes constamment remodelés, le thème tellement à la mode aujourd'hui de l''identité' est pervers: il n'est que la version intellectuellement édulcorée et apparemment laïcisé de l'intégrisme quei sommeille en tout individu effrayé de ce que, postulant comme étranger, il a du mal à admettre comme partie de soi. Que l'anthropologie risque d'être invoquée par ce genre de recherche friande de 'ré-indigénisation' - mot remis à la mode par les politites, mais qui devrait faire peur car il est négation de l'histoire - relève du leurre".

Seleção Mestrado em Antropologia Social 2011 UFRN

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social
Campus Universitário, Lagoa Nova
Natal/RN, CEP: 59072-970





Antropologia Social

Mestrado


Seleção 2011



Objetivos
O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social tem como objetivo central a expansão da Antropologia como área de conhecimento na UFRN, por meio de quatro grupos de pesquisa específicos na área de formação do corpo docente: CIRS – Cultura, Identidade e Representações Sociais; GCS – Gênero, Corpo e Sexualidade; GECP – Grupo de Estudos Sobre Culturas Populares e NAVIS – Núcleo de Antropologia Visual.



Linhas de Pesquisa
PROCESSOS SOCIAIS, CULTURA E IDENTIDADES – Grupos e instituições em contextos rurais e urbanos: espaços e redes de sociabilidade, convívios sociais, gênero, meio ambiente. Emergência étnica, memória e identidade.

RITUAIS E SIMBOLISMO - O papel do símbolo na vida social e sua expressão em mitos, ritos e religiosidades. Narrativas e oralidades: temporalidades, literatura, imagens e práticas performativas. Rituais e cotidiano na sociedade contemporânea.

Curso de Mestrado
Espera-se que o curso de mestrado seja realizado entre 24 a 30 meses. No primeiro ano de atividades, os alunos cursam disciplinas obrigatórias (Teoria Antropológica Clássica e Teoria Antropológica Contemporânea) e complementares.
No segundo ano, o aluno cursa uma disciplina obrigatória, o Seminário de Pesquisa, que é organizado em módulos ao longo do primeiro semestre, atualmente nos meses de março e junho. O período de qualificação dos alunos se concretiza no segundo semestre do segundo ano letivo, geralmente entre agosto e setembro. A orientação é definida após seis meses de estudos no programa. O modelo de curso de mestrado do PPGAS estimula a formação teórica em Antropologia e privilegia uma reflexão criteriosa sobre diversos métodos de pesquisa antropológica.
O PPGAS/UFRN tem estabelecido uma série de convênios e intercâmbios, por exemplo com o INCRA/RN e o PPGAS/Museu Nacional/UFRJ através do PROCAD/CAPES.

Procuramos manter contatos acadêmicos com professores de instituições regionais, nacionais e internacionais, sobretudo através de mini-cursos e conferências.
Vagas
Doze vagas para Mestrado em Antropologia Social

Início das aulas: março de 2011

Inscrição
Período: de 01/10/2010 a 05/11/2010
Local: Secretaria do PPGAS, sala 119, CCHLA das 08h às 12h e das 13h30min às 17h30min
Inscrição Gratuita

Prova escrita 22 de novembro de 2010 – das 08h às 12h;
Prova de proficiência(inglês ou francês)- 23 de novembro de 2010 – das 08h às 12h;
Argüição do Anteprojeto – 25 e 26 de novembro de 2010;
Resultado Final – 29 de novembro de 2010

Informações
Telefone/fax: (84) 3215-3653
E-mail: ppgas@cchla.ufrn.br
Portal/site: www.cchla.ufrn.br/ppgas






Bibliografia
BALANDIER, Georges. “A noção de situação colonial”. Cadernos de Campo, n.3,Revista de Alunos de Pós-Graduação em Antropologia/USP, 1993 *

BOURDIEU, Pierre. “Le mort saisit le vif: as relações entre a história reificada e a história incorporada”. Em: O Poder Simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1989.
CLIFFORD, James. “Sobre a autoridade etnográfica”. Em: CLIFFORD, James. A Experiência Etnográfica: Antropologia e Literatura no século XX. RJ: UFRJ, 1998.
EVANS-PRITCHARD, E.E. Os Nuer. São Paulo: Perspectiva,1978.

EVANS-PRITCHARD, E.E. “Antropologia e Historia”. In: ___ . Ensayos de Antropologia Social. Madrid: Siglo XXI Editores, 1990, pgs. 44-67*
FOOTE WHYTE, William. “Sobre a evolução de Sociedade de esquina”. Em: Sociedade de esquina. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2005.
MAUSS, Marcel. “Ensaio sobre as variações sazoneiras das sociedades esquimó”. Em: Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac & Naif. 2003.
* Esses textos encontram-se em pdf no portal/site do Programa


Corpo Docente
Berenice Bento
Dra. em Sociologia – UnB/Universidade de Barcelona; Pós Doutora – CEAM - UnB
Gêneros; Sexualidades; Estudos Queer; Direitos Humanos

Carlos Guilherme Octaviano do Valle
Dr. em Antropologia – University London
Etnicidade e Etnologia Indígena; Identidades Sociais; Antropologia da saúde e da doença; Sexualidades; Antropologia política

Edmundo Mendes Pereira
Dr. em Antropologia Social – Museu Nacional/UFRJ
Etnologia indígena; Relações interétnicas; Ritual e Política; Cultura popular e patrimônio imaterial; Etnomusicologia

Eliane Tânia Freitas
Dra. em Antropologia – IFCS/UFRJ
Antropologia da Religião; Tecnologia; Ciberespaço; Cibercultura; Etnografia Virtual; Antropologia do Consumo

Elisete Schwade
Dra. em Antropologia – USP
Dinâmicas culturais urbanas; Religiosidade; Gênero

Francisca de Souza Miller
Dra. em Ciências Sociais – Antropologia – PUC/SP
Estudo de comunidades; História cultural;
Relações ambientais; Mudança e Etnociência

Juliana Gonçalves Melo
Dra. em Antropologia – UNB
Etnologia indígena; Sociabilidade; Identidade e Territorialidade; Antropologia Jurídica

Julie Antoinette Cavignac
Dra. em Antropologia – Université Nacional de Paris 10, França
Memória; Tradição oral; Etno-história; Etnicidade

Lisabete Coradini
Dra. em Antropologia- Universidad Nacional Autônoma de México
Cidade e espaço; Sociabilidade; Antropologia visual

Luciana de Oliveira Chianca (colaboradora)
Dra. em Antropologia – Université Bordeaux 2 – França
Antropologia Urbana; Culturas e Tecnologias digitais: Práticas e Representações; Festas e Rituais

Luiz Carvalho de Assunção
Dr. em Ciências Sociais – Antropologia- PUC/SP
Antropologia das populações afro-brasileiras;
Antropologia das formas expressivas

Rozeli Maria Porto
Dra. em Antropologia Social – UFSC
Relações de gênero; Corpo; Violências e Saúde

Coordenação PPGAS/UFRN:

Profa. Dra. Eliane Tânia Martins de Freitas
Coordenadora
Prof.Dr. Carlos Guilherme O. do Valle
Vice-Coordenador

CCHLA - Conhecimento em Debate

Aqui está uma ótima oportunidade para conhecermos as pesquisas realizadas no CCHLA por nossos colegas e tecer redes de pesquisa e cooperação na UFPB! Falem com seus orientadores e enviem seus trabalhos!

SITE http://www.cchla.ufpb.br/conhecimentoemdebate2010/

prazo importante:

Inscrição e envio de trabalhos 01 de setembro a 13 de outubro de 2010

Ciências Socias Extra Muros - próximo evento

Mais um evento do já famoso projeto de extensão Ciências Sociais Extra Muros que tem como fim responder àquelas questões recorrentes dos alunos de Ciências Sociais:
Onde vou trabalhar depois de formado?
Tem emprego para cientista social?
Só posso me inserir do mercado de trabalho como professor/a?


As professoras Mónica Franch e Flávia Pires, e os alunos Yuri Bastos, Wanessa Souto Veloso e Patrícia Oliveira convidam para a :

Palestra com Pedro Nascimento - Professor da UFAL

Tema Os cientistas sociais nas ONGs

Dia 07/10
20H!
sala 402/ CCHLA


Compareçam!
PS.: a presença pode valer créditos, fale com Patrícia Oliveira no dia do evento